Avaliação do destorque do parafuso protético de diferentes tipos de conexões com coroas longas.

Elissa Almeida Rocha, Fabiola Pessoa Perreira Leite

Resumo


Objetivo: O objetivo deste estudo in vitro foi avaliar a influência de diferentes conexões no destorque do parafuso Neotorque sobre implantes com proporção coroa - implante (2:1), após ciclagem mecânica. Materiais e método: 30 implantes de 9 mm x 3,75 mm foram utilizados, sendo 10 de cada tipo de conexão (Cone Morse, Hexágono Externo, Hexágono Interno). Os implantes foram inseridos individualmente em resina acrílica. O torque nos parafusos foi feito com torquímetro digital segundo recomendação do fabricante. Posteriormente a aplicação do torque, as coroas foram posicionadas sobre os pilares protéticos com vaselina sólida e em seguida foram submetidos à ciclagem mecânica, com aplicação de uma carga de 120N, 75 ciclos/s por 1.000.000 ciclos a 1 Hz, submersos em água destilada. Por fim, o destorque foi mensurado. Resultados: O teste de ANOVA (p<0,05) mostrou que não houve diferença estatisticamente significante entre os grupos (p=0,526) com relação aos diferentes tipos de conexão pilar - implante e a proporção coroa (2) – implante (1) após ciclagem mecânica, aonde o grupo cone morse p= 0,02(89%), grupo hexágono interno p=0,00(85%), grupo hexágono externo p= 0,00(85%). Conclusão: O tipo de conexão pilar - implante e da proporção coroa – implante (2:1) não influenciou na perda de torque após a ciclagem mecânica; a ciclagem mecânica influenciou na perda de torque dentro de cada grupo de conexão pilar – implante.


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