Forças de contração de polimerização em resinas compostas constituídas com novas matrizes orgânicas e fotoativadas por diferentes técnicas

Julyana Dumas Santos Silva, Ana Clara Freitas de Menezes Bandeira, Marielly Lopes da Cunha, Ana Paula Rodrigues de Magalhães, Gersinei Carlos de Freitas, Lawrence Gonzaga Lopes

Resumo


Objetivo: Verificar a força de contração de polimerização de três diferentes resinas compostas em função de dois métodos de fotopolimerização (convencional e pulso tardio). Foram selecionados para o estudo três materiais, com diferentes matrizes orgânicas: Bis-GMA – Filtek Z250 XT (3M-ESPE, Saint Paul, Minnesotta, EUA); Silorano – Filtek P90 (3M-ESPE, Saint Paul, Minnesotta, EUA) e TCD-Uretano - Charisma Diamond (Heraeus Kulzer, São Paulo, São Paulo, Brasil). Material e Método: Os corpos de prova foram confeccionados a partir de uma matriz retangular de aço inoxidável (6mm x 1mm x 2mm), posicionados em uma máquina de ensaios universal (Instron, Modelo 5965) para registro da força de contração de polimerização (Newtons). A fotoativação foi executada em cada grupo com fonte de luz do tipo LED (600mW/cm2) sob dois protocolos de fotoativação: contínuo - 40s (600mW/cm2) e pulso tardio - 5s (600mW/cm2) + 1 min sem luz + 35s (600mW/cm2). Considerou-se como força de contração o valor registrado pela máquina de ensaios 2 minutos após o início da aplicação da luz no espécime. Os valores obtidos foram submetidos à análise de variância (ANOVA), seguido pelo teste de Tukey (p=0,05). Resultados: Não houve diferença estatística significativa entre as duas técnicas de polimerização testadas nas resinas compostas à base de silorano e TCD-Uretano, porém, houve diferença para a resina à base de Bis-GMA. Conclusão: A técnica de pulso influenciou positivamente na redução da força de contração em matriz polimérica à base de Bis-GMA, entretanto, não promoveu benefícios para as resinas à base de silorano e TCD-Uretano.


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