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Artigos originais

v. 28 n. 85 (2019): ROBRAC

Influência do uso da irrigação durante o acabamento e polimento de resinas compostas: rugosidade superficial, estabilidade de cor e morfologia de superfície

Enviado
julho 29, 2019
Publicado
julho 30, 2019

Resumo

Objetivo: Avaliar rugosidade superficial (RS), estabilidade de cor (EC) e morfologia de superfície (MS) de um compósito nanoparticulado após diferentes protocolos de acabamento/polimento com ou sem irrigação. Material e métodos: Cem espécimes foram confeccionados e divididos em 10 grupos (n=10) conforme protocolo de acabamento/polimento: Tira de poliéster; discos abrasivos (DA); DA+espirais (DAE); DA+multi-laminada+espirais (DAME); espirais (E); e nenhum polimento. Protocolos com DA, DAE, DAME, e E foram realizados a seco e com irrigação. Após acabamento/polimento, os espécimes foram armazenados em água destilada à 37°C. Durante 14 dias, cinco espécimes de cada grupo foram imersos em café por 5min/dia. A EC foi analisada com Espectrofotômetro (CIEL*a*b*) 0, 7 e 14 dias após armazenamento em água ou imersão em café. A RS foi analisada com Rugosímetro (parâmetro Ra) e MS foi analisada com Microscopia Eletrônica de Varredura (MEV). ANOVA, Tukey e Teste T foram realizados para comparações entre os grupos (α=0,05). Resultados: A irrigação promoveu maior EC nos protocolos DAE e E. Os diferentes protocolos promoveram variação de cor semelhante após 14 dias de armazenamento em água. O protocolo E a seco promoveu os maiores valores RS, sendo inferior ao grupo DAME, que promoveu menor rugosidade e foi semelhante aos demais protocolos. Para DAME e E a irrigação foi significativa para diminuir a rugosidade. Na análise por MEV, E com irrigação apresentaram maior lisura superficial. Conclusão: A irrigação durante acabamento/polimento influencia na EC, RS e MS de compósitos. Os protocolos de acabamento/polimento DAME e E com irrigação foram mais efetivos.