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Pesquisa Científica

v. 28 n. 87 (2019): ROBRAC

Efeito da aplicação de plasma não-térmico atmosférico no reparo de cerâmicas CAD/CAM de matriz resinosa com resina composta

DOI
https://doi.org/10.36065/robrac.v28i87.1386
Enviado
março 5, 2020
Publicado
abril 6, 2020

Resumo

O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito do plasma atmosférico não-térmico (PANT), sozinho ou associado ao jateamento ou adesivo, e do tempo de armazenamento em água na resistência de união por cisalhamento (RUC) do reparo de cerâmicas CAD/CAM de matriz resinosa (CMR) com resina composta. Amostras de 14x7x1mm de três CMRs, Enamic (VITA Zahnfabrik), Cerasmart (GC Corp.) e Lava Ultimate (3M Oral Care), foram obtidas e submetidas ao envelhecimento artificial (EQ-UV, Equilam) por 300 horas. Os seguintes tratamentos de superfície foram realizados: (1- Controle) jateamento + silano + adesivo; (2) PANT; (3) PANT + adesivo; (4) jateamento + PANT. Cilindros de resina composta (Spectra Smart, Dentsply Sirona, 1,5 mm diâmetro e altura) foram aderidos às superfícies tratadas e a RUC foi avaliada em uma máquina de ensaio universal (EZ Test, Shimadzu) após 24 horas ou 1 ano de imersão em água, a 37oC (n=10). No geral, o tratamento controle obteve os melhores resultados de RUC, comparado aos grupos tratados com PANT. Houve redução da RUC após 1 ano de imersão em água para a maioria dos grupos, entre eles para o controle do Enamic e Lava Ultimate, enquanto Cerasmart não mostrou redução. O tratamento com PANT, sozinho ou associado a outro tratamento, não foi capaz de aumentar a RUC do reparo das CMRs com resina composta. O tratamento controle parece ser o melhor método de reparo das CMRs, principalmente considerando-se a longevidade do tratamento.