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Pesquisa Científica

v. 19 n. 50 (2010): ROBRAC

Avaliação da superfície dentinária após diferentes técnicas de acabamento

  • Paula Carvalho Cardoso
  • Viviane Garcia Mansur
  • Maria Beatriz R. G. Oliveira
  • Thiago Miguel Garcia Cardoso
  • Augusto Cesar Ribeiro Figueiredo
  • Dennis Pablo Jacomassi
DOI
https://doi.org/10.36065/robrac.v19i50.462
Enviado
agosto 7, 2010
Publicado
agosto 7, 2010

Resumo

O objetivo deste trabalho foi comparar, in vitro, diferentes técnicas de acabamento de preparos por meio da análise da rugosidade superficial e microscopia eletrônica de varredora (MEV).  Cinqüenta e seis pré-molares humanos foram divididos em quatro grupos, (n =10): Grupo I - sem acabamento (grupo controle); Grupo II - ponta diamantada 2135 F e 2135FF; Grupo III - ponta 2135 acopladas em um contra ângulo multiplicador (Kavo Koncept 1:5) e Grupo IV - ponta CVD cilíndrica 8.2137 (CVDentus - Clorovale) em  aparelho de ultra-som (Profi II -Dabi Atlante). Após o acabamento, dez espécimes de cada grupo foram submetidos à leitura rugosimétrica e quatro foram analisados no MEV (Microscopia eletrônica de varredura). Sessenta e quatro micrografias foram analisadas por doze examinadores. Os valores de Ra (média±dp) foram: GI- 1,46±0,2; GII - 0,87±0,3; GIII- 1,6±0,4 e GIV- 1,34±0,2. Após teste de t-Student, observou-se que não houve diferença significativa entre os grupos I (controle), III (multiplicador) e IV (CVD). Entretanto, houve diferença entre o grupo I e II; Grupo II e III; GII e I. Após teste de Mann-Whitney para análise em MEV, observou-se que não houve diferença significativa entre os grupos I (controle), II (ponta diamantada fina e extra-fina) e III (multiplicador). Conclui-se que o grupo que apresentou menor valor de rugosidade (Ra) foi o grupo II, realizado com pontas diamantadas 2135 F e 2135FF montadas em alta rotação. Para análise em MEV, concluiu-se que a superfície produzida pelo grupo IV (CVD) foi a mais rugosa.