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Pesquisa Científica

v. 21 n. 56 (2012): ROBRAC

Citotoxicidade trans-amelodentinária de uma fita clareadora com 10% de peróxido de hidrogênio sobre células de linhagem odontoblástica

DOI
https://doi.org/10.36065/robrac.v21i56.630
Enviado
fevereiro 14, 2012
Publicado
março 27, 2012

Resumo

Objetivo: Avaliar a citotoxicidade trans-amelodentinária de uma fita clareadora (FC) com 10% de peróxido de hidrogênio (PH) sobre células odontoblastóides MDPC-23. Material e Método: Discos de esmalte/dentina adaptados em câmaras pulpares artificiais foram posicionados em compartimentos contendo meio de cultura (DMEM), sendo o esmalte submetido a 2 aplicações de 30 minutos da FC. O meio de cultura em contato com a dentina (extrato) foi aplicado sobre as células por 1 hora, durante os períodos de 1 ou 5 dias. Como controle positivo, foram realizadas 3 aplicações de 15 min de um gel clareador com 35% de PH. No grupo controle negativo, nenhum tratamento foi realizado no esmalte. Após os períodos de avaliação, as células MDPC-23 foram analisadas quanto ao metabolismo (Teste de MTT), atividade da fosfatase alcalina (ALP) (Anova e Tukey; α=5%;) e danos à membrana celular (citometria de fluxo). Resultados: Quanto ao metabolismo e atividade de ALP, não houve diferença significante entre os grupos clareados com a FC e o controle negativo, independente do número de aplicações do extrato sobre as células (p>0,05). Porém, o grupo clareado com a FC por 5 dias também não foi diferente estatisticamente do controle positivo. A análise por citometria de fluxo indicou danos à membrana celular para o grupo controle positivo. Conclusões: Concluiu-se que a FC com 10% de PH não causou efeito tóxico significante para as células MDPC-23; porém, o aumento na freqüência de aplicação pode vir acompanhado de maiores efeitos tóxicos para as células em cultura