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Pesquisa Científica

v. 23 n. 67 (2014): ROBRAC

Ansiedade e medo no atendimento odontológico de urgência

DOI
https://doi.org/10.36065/robrac.v23i67.829
Enviado
março 4, 2014
Publicado
fevereiro 10, 2015

Resumo

Objetivo: Avaliar a prevalência de ansiedade e medo nos pacientes que procuram tratamento emergencial odontológico, relacionando-os ao gênero, idade, características socioeconômicas, intensidade da dor e tipo de procedimento executado. Material e Método: A amostra foi composta por 127 pacientes atendidos pelo Serviço de Urgência da Clínica Odontológica do Curso de Odontologia da UniEvangélica - Anápolis-GO. Para avaliar a ansiedade e o medo, foram utilizadas a Dental Anxiety Scale (DAS) e a Escala de Medo de Gatchel. Foram coletadas informações contidas nas fichas de atendimento de urgência e aplicado um questionário prévio ao atendimento sobre a dor presente, ansiedade e medo, início dos sintomas da dor, escolaridade e renda familiar. Resultados: Segundo a DAS, foram identificados 28,3% de pacientes com grau de ansiedade. Mulheres foram consideradas mais ansiosas que os homens, sendo que 33% dos pacientes relataram medo de moderado a severo, segundo a Escala de Gatchel. Em 34,6% dos pacientes a procura pelo alívio dos sintomas ocorreu no prazo de um a cinco dias, sendo que em 50,4% dos pacientes a dor presente foi de moderada a severa. Conclusões: Pacientes ansiosos do gênero feminino foram mais frequentes no atendimento odontológico de urgência. Não foi possível relacionar o nível de ansiedade com o nível de escolaridade e nível socioeconômico, pois a maioria dos pacientes possuía grau de escolaridade de nível fundamental a média e baixa renda familiar. Em relação aos procedimentos executados, houve maior número na área de Endodontia, sendo a pulpite irreversível o principal diagnóstico pulpar.