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Pesquisa Científica

v. 19 n. 48 (2010): ROBRAC

Avaliação do Controle de Infecção de Espátulas para Resinas Compostas - Um Estudo com Cirurgiões Dentistas da Cidade de Goiânia GO

  • Cláudia T. Taveira
  • Aline A. Máximo
  • João Batista Souza
  • Francine C. L. Moreira
  • Lawrence Gonzaga Lopes
Enviado
abril 21, 2010
Publicado
abril 21, 2010

Resumo

O objetivo deste trabalho foi verifcar a utilização, pelos cirurgiões-dentistas da cidade de Goiânia-GO, de técnicas de descontaminação em espátulas para resinas compostas durante procedimentos restauradores e quais as técnicas adotadas. O presente estudo foi realizado com  cirurgiões-dentistas da cidade de Goiânia-GO, por meio de questionários que continham questões sobre a freqüência de utilização da resina, os métodos de controle de infecção adotados, o uso do isolamento absoluto, a forma de apresentação da resina composta, a utilização de técnicas de descontaminação de espátula durante o procedimento restaurador e quais técnicas adotadas. Verifcou-se que mais da metade dos profssionais argüidos não utilizam métodos de descontaminação para as espátulas durante o procedimento restaurador. Além disso, a resina composta em bisnaga foi a forma de apresentação relatada em quase 100% das respostas; 24% dos cirurgiões-dentistas argüidos quase nunca ou nunca realizam o isolamento absoluto; e 49% dos profssionais que
realizam a descontaminação se limitam a duas fricções com álcool 70%. Concluiu-se que métodos de descontaminação da espátula de resina composta entre a aplicação incremental de resina composta são pouco adotados e não há uma padronização entre os profssionais com relação a uma determinada técnica de desinfecção.